Manifestações contra ação da polícia bloqueiam vias do Rio
Manifestações contra ação da polícia bloqueiam vias do Rio. Avenida Rei Pelé e Rua São Francisco Xavier foram interditadas. Trânsito caótico, 19 linhas de ônibus afetadas. Uerj orienta a não ir ao campus.

Manifestações contra ação da polícia bloqueiam vias do Rio
Manifestações contra ação da polícia bloqueiam vias do Rio. Um trecho da Avenida Rei Pelé e da Rua São Francisco Xavier, na região da Mangueira, foi interditado. O protesto responde à operação da Delegacia de Roubos e Furtos da Polícia Civil do Rio de Janeiro na localidade chamada Favela do Metrô, na zona norte da capital fluminense.
Após a saída dos policiais, os manifestantes atearam fogo em pneus e contêineres de lixo, que usaram para bloquear a Avenida Rei Pelé. Bombeiros foram ao local e jogaram água de várias viaturas para apagar as chamas.
A versão da Polícia Civil
Segundo a Polícia Civil, os agentes foram recebidos a tiros durante a ação. Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Civil informou: "Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) foram covardemente atacados por narcotraficantes durante uma ação realizada, nesta quarta-feira (12/08), em um ferro-velho do tráfico de drogas na Avenida Rei Pelé, próximo à Mangueira, na Zona Norte do Rio".
Conforme a secretaria, os criminosos fizeram disparos do alto da comunidade contra os agentes, colocando em risco a população e a integridade dos policiais. A nota acrescentou que não houve revide. "A Polícia Civil ressalta que quem coloca a população em risco é o criminoso que ataca policiais e promove ações violentas em áreas residenciais", destacou.
Impacto no trânsito e orientações da Uerj
O trânsito ficou caótico. Assustados, os motoristas procuravam se proteger tentando se afastar do local. No sentido Méier, o trânsito ficou lento, com reflexos no acesso pela Avenida Rei Pelé. Já no sentido Centro, houve reflexos na Rua São Francisco Xavier.
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que fica perto do local das manifestações, fez recomendações a alunos, professores e funcionários. "A orientação da Universidade, no momento, é para não virem ao campus Maracanã agora e, para quem está, permanecer. Estamos acompanhando os acontecimentos decorrentes da manifestação na Avenida Rei Pelé", indicou.
Linhas de ônibus afetadas
Em nota, o Rio Ônibus informou que veículos tiveram as chaves retiradas e foram utilizados como barricadas na São Francisco Xavier, no Maracanã. De acordo com o sindicato, 19 linhas que passam na região sofreram impactos no itinerário.
Os veículos usados em barricadas são da linha A29046 - 457, que faz o trajeto Abolição, na zona norte, e Copacabana, na zona sul.
Quem depende do transporte público na região deve verificar o itinerário antes de sair. A recomendação prática é acompanhar os canais oficiais do Rio Ônibus e da Polícia Civil para atualizações em tempo real.
Para quem precisa se deslocar entre a zona norte e a zona sul, a alternativa mais segura é evitar a Avenida Rei Pelé e a Rua São Francisco Xavier até a liberação total das vias. como planejar rotas alternativas no trânsito do Rio
Em situações como essa, a orientação é priorizar a segurança. Motoristas devem manter distância de áreas de protesto e seguir as instruções das autoridades no local. como agir em manifestações urbanas
Perguntas Frequentes
Por que as vias foram bloqueadas?
Manifestações contra ação da polícia bloquearam vias do Rio. O protesto responde à operação da Delegacia de Roubos e Furtos na Favela do Metrô. Após a saída dos policiais, manifestantes atearam fogo em pneus e contêineres.
Quais vias foram interditadas?
Um trecho da Avenida Rei Pelé e da Rua São Francisco Xavier, na região da Mangueira, foi interditado. O trânsito ficou lento no sentido Méier e com reflexos no sentido Centro.
Quantas linhas de ônibus foram afetadas?
Segundo o Rio Ônibus, 19 linhas que passam na região sofreram impactos no itinerário. Os veículos usados em barricadas são da linha A29046 - 457, que liga Abolição a Copacabana.
O que a Uerj recomendou?
A Uerj orientou alunos, professores e funcionários a não irem ao campus Maracanã e, para quem está, permanecer. A universidade acompanha os acontecimentos decorrentes da manifestação.