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Morre veterinária atacada por cachorro no canil do Senado Federal

ResumoA veterinária Vitória Valle de Oliveira Pinha, de 36 anos, morreu em 22 de março de 2025, quatro dias após ser atacada por um pastor-belga no canil do Senado Federal, em Brasília. A profissional permaneceu internada em UTI desde o incidente e não resistiu aos ferimentos. O caso ocorreu no exercício de suas funções no local.

A veterinária Vitória Valle de Oliveira Pinha, de 36 anos, morreu neste sábado (22), quatro dias após ser atacada por um pastor-belga no canil do Senado Federal, em Brasília. Ela estava internada em UTI e não resistiu.

por Demócrito Vilanova Aragão · Consultor de inteligência artificial aplicada ao marketing · · 2 min de leitura
Morre veterinária atacada por cachorro no canil do Senado Federal

A veterinária Vitória Valle de Oliveira Pinha, de 36 anos, morreu neste sábado (22), quatro dias após ser atacada por um cachorro pastor-belga no canil do Senado Federal, em Brasília (DF). A confirmação veio em nota da assessoria de comunicação da Casa Legislativa, no final da manhã. Ela estava internada na unidade de terapia intensiva do Hospital de Base.

Na última terça (18), Vitória foi mordida no pescoço pelo animal e sofreu uma parada cardiorrespiratória com o ataque. Ela foi socorrida por colegas, que acionaram o Corpo de Bombeiros, e passou por uma cirurgia de emergência. O Senado lamentou o falecimento e destacou que ela atuava como tratadora de animais no Serviço de Cinotecnia da Casa.

Vitória foi estagiária no Senado entre 2022 e 2024 e retornou como profissional terceirizada, prestando serviço de cuidado dos animais. Em nota, o Senado manifestou solidariedade à família, amigos e colegas, e afirmou que ela será lembrada pela "dedicação com que sempre desempenhou suas atividades".

O ataque reacende a discussão sobre a segurança no trabalho com cães de grande porte. Segundo o site do Senado, o serviço de Cinotecnia treina equipes da Polícia Legislativa com cães especializados para patrulha, detecção de substâncias ilícitas, explosivos e armas, intervenção em distúrbios civis e busca e apreensão. São atividades de alto risco, que exigem protocolos rígidos de manejo.

O Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis) manifestou profundo pesar. "Neste momento de dor, o Sindilegis expressa solidariedade à família, aos amigos e aos colegas de trabalho", disse a entidade. O caso expõe a necessidade de revisão de procedimentos de segurança em ambientes com animais treinados para trabalho policial. Para quem atua na área, a lição é direta: manejo de cães de segurança exige treinamento contínuo e equipamentos de proteção, e qualquer falha no protocolo pode ter consequências fatais.

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